Mesmo pessoas que não sejam noveleiras de plantão, já estão acostumados com o padrão das novelas brasileiras, que seguem na verdade o mesmo padrão das comedias românticas americanas.
Mais que ousado chega a ser surpreendente que o autor da novela global
“A favorita”, João Emanuel Carneiro saia desse estilo vitorioso onde o perfil dos protagonistas ( bonzinhos) já é traçado desde o inicio do folhetim e passamos o tempo todo criando simpatia pelos mocinhos e empatia pelos vilões.
Para quem não entendeu, o autor de novelas João Emanuel Carneiro deixou desorientada boa parte dos telespectadores quando fez uma revira volta no folhetim “A favorita” onde flora vivida por Patrícia Pillar, que desde o começo da novela faz-se passar por boazinha, maternal, injustiçada tendo passado18 anos na cadeia por um crime que “não cometeu”, revelasse ser a assassina de Marcelo, o milionário e pai de sua filha, de quem fora amante e a piruá Donatela interpretada por Claudia Raia, que vinha desde o começo da novela sendo vista como vilã e não tendo o mínimo de carisma do publico, agora vira a mocinha (complicado, não?).
O mais curioso ao menos temporariamente se teve o resultado esperado, obtendo 46 pontos de no Ibope a melhor audiência até então.
Agora os brasileiros vão ter que chegar em casa e ver aquela mulher por quem eles torceram tanto fazendo diversas atrocidades, e mais, a riquinha chata de quem todos tinham nojo, será quem terão de torcer.
Já á muito tempo, se ouve falar que as novelas estão cada vez mais chatas, pois não apresentam novidades, tomando como exemplo Malhação, o celeiro de talentos da Globo que já perdeu sua graça por sua falta de diversidade.
Em um momento onde a globo vive uma falta de astros por motivos já expostos em outra postagem de nosso blog e que a rede Record, vem no cangote em seu cangote em sua busca a o primeiro lugar na audiência, podemos considerar insana ou pioneira essa reviravolta dada na novela a favorita, mas isso o Ibope há de nos mostrar nesse novo e emocionante capitulo da história da tv brasileira
Texto inspirado na reportagem ninguém é o que parece da revista Veja, escrito por Marcelo Marthe, coletada no site da veja.
Mais que ousado chega a ser surpreendente que o autor da novela global
“A favorita”, João Emanuel Carneiro saia desse estilo vitorioso onde o perfil dos protagonistas ( bonzinhos) já é traçado desde o inicio do folhetim e passamos o tempo todo criando simpatia pelos mocinhos e empatia pelos vilões.
Para quem não entendeu, o autor de novelas João Emanuel Carneiro deixou desorientada boa parte dos telespectadores quando fez uma revira volta no folhetim “A favorita” onde flora vivida por Patrícia Pillar, que desde o começo da novela faz-se passar por boazinha, maternal, injustiçada tendo passado18 anos na cadeia por um crime que “não cometeu”, revelasse ser a assassina de Marcelo, o milionário e pai de sua filha, de quem fora amante e a piruá Donatela interpretada por Claudia Raia, que vinha desde o começo da novela sendo vista como vilã e não tendo o mínimo de carisma do publico, agora vira a mocinha (complicado, não?).
O mais curioso ao menos temporariamente se teve o resultado esperado, obtendo 46 pontos de no Ibope a melhor audiência até então.
Agora os brasileiros vão ter que chegar em casa e ver aquela mulher por quem eles torceram tanto fazendo diversas atrocidades, e mais, a riquinha chata de quem todos tinham nojo, será quem terão de torcer.
Já á muito tempo, se ouve falar que as novelas estão cada vez mais chatas, pois não apresentam novidades, tomando como exemplo Malhação, o celeiro de talentos da Globo que já perdeu sua graça por sua falta de diversidade.
Em um momento onde a globo vive uma falta de astros por motivos já expostos em outra postagem de nosso blog e que a rede Record, vem no cangote em seu cangote em sua busca a o primeiro lugar na audiência, podemos considerar insana ou pioneira essa reviravolta dada na novela a favorita, mas isso o Ibope há de nos mostrar nesse novo e emocionante capitulo da história da tv brasileira
Texto inspirado na reportagem ninguém é o que parece da revista Veja, escrito por Marcelo Marthe, coletada no site da veja.
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